quinta-feira, 14 de julho de 2011

Fogo controlado!

A Lilu ficou de olho! E lhes traz uma imagem mais tranquilizadora do Fórum do Recife. O incêndio acabou e o pessoal não tem mais expediente hoje. Espero que a "folga" para os funcionários seja aproveitada para um boa inspeção dos Bombeiros e dos responsáveis para garantir os procedimentos de segurança do prédio.


Bombeiros acabam com o incêndio.

Incêndio no Fórum no Joana Bezerra.

Turminha, estou aqui trabalhando na hora do almoço... Olha o que vejo pela minha janela, aqui na Ilha do Leite. Parece estar rolando um incêndio no teto do Fórum. Tem gente na rua, tem Bombeiros... É... o bicho tá pegando (fogo)!

A fumaça esconde, mas tem chamas altas por lá.

Os Bombeiros já estão no local.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Filha de Peixe... nerdinha é...

Tem certas coisas que não adianta discutir. A genética, por exemplo, traz desde as semelhaças físicas até as tendências do que gostamos ou não. Minha filhota não nega a herança do pai nerd...e já brinca com coisas como manutenção de equipamentos eletrônicos (como?). Bem, claro que ela não consertou nada, mas bem que quis imitar o que o Papy estava fazendo. O legal é que eles fizeram a minha cama de oficina... Pode?




Eu mesma, num distante dia da minha infância, aprendi a gostar dos livros de tanto ver minha mãe lendo-os.  As pilhas de exemplares emprestados da bibliotca pública povoavam nossa casa tanto quanto os móveis ou os seus moradores. Quanto à baby, pelo que vejo ela vai ser metade nerd, para curtir o que a tecnologia vai lhe oferecer, e metade "dance queen", afinal, ela ama dançar tanto quanto a Mamy aqui. Podem apostar.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Trigêmeos?!

Estou tendo alucinações ou será que o meu Brother Antunes na verdade é três? Que confusão! Mas não é nada disso. Apenas o impacto da nova identidade visual do Blog do Professor Antunes (http://www.blogdoprofessorantunes.blogspot.com/) que é editado pelo meu irmão Henrique. Ele literalmente vestiu as camisas dos principais times de futebol de Pernambuco e mostra que não é tendencioso nos seus comentários e resenhas sobre o assunto. Confiram lá e aproveitem as opiniões do Professor. Kisses da Lilu.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Lilu "Sexy" Tetéia.

É meus caros, o que uma produçãozinha não faz por uma quase quarentona, hein!? Pois confiram alguns clicks do quase ensaio fotográfico da Lilu em clima sexy. O santo milagroso, quer dizer, o fotógrafo é nosso querido amigo e colega de trabalho, Rian Lins. Obrigada, Rian, você flagrou meus melhores ângulos!


Tá bom... Eu adoro minhas tatuagens!


Mais comportadinha.

Pose na cadeira: não podia faltar.




terça-feira, 5 de julho de 2011

Som que me lembra infância.

Ouvi agora há pouco um característico som de apito que, na minha infância (quase longínqua) anunciava a chegada de um senhor que vendia um doce chamado "japonês". E eu que achava que isso não existia mais! Pois existe sim. Claro que os personagens e as situações mudam e o senhor que vi passar ia levando o tabuleiro de doces não encarapitado na cabeça, como antigamente, mas sim na garupa da bicicleta. Bem mais cômodo, hein!? Pois o apito é o mesmo, isso eu garanto. E fiquei com aquela cara de boba olhando ele passar, com água na boca e nostalgia na mente que lembrou do gosto do doce, do cheiro de chuva na rua de barro na qual morávamos, lá no bairro de Cajueiro. Quando meus pais ainda eram casados, quando o meu irmão mais novo era só um pirralho treloso e eu criava uma galinha como bicho de estimação (!!!)

Pena que eu estava esperando o taxi para ir a uma reunião com um cliente, fora da agência... Se eu estivesse chegando, não hesitaria em em chamar o senhorzinho e comprar um "japonês" de amendoim, pois que era meu sabor preferido, quando criança. Para matar as saudades de uma época que parece que foi em outra vida. Tão longe e tão próxima ao mesmo tempo. Época em que os doces eram uma alegria que não precisava de complemento. Mas fique mesmo só na vontade. Espero poder esbarrar neste senhor do "japonês" novamente. Vou torcer e depois, claro, eu lhes conto se o gosto ainda é o mesmo da minha infância.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Saudades que doem no peito.

Estive ausente nos últimos dias. Ausente até de mim mesma. Tentando racionalizar um sentimento de perda, de abandono que se transforma, aos poucos, em saudade, no sentir falta. Ainda, por frações de segundo, olho nos cantos corrigueiros e procuro aquela pessoinha peluda que fez parte das nossas vidas nos últimos dez anos. Uma década de muita alegria e de muito companheirismo. Fiel sempre, como um bom amigo dos homens. Amoroso, como um filho a quem desejamos tudo de bom nessa vida. Um dos sinais mais claros de que você se importa com alguém é quando você confere a esse alguém um apelido. Sebastian tinha vários e tantos, como poucos. De todos e todas que o conheciam, cada um o chamava de uma forma, sempre carinhosa ou engraçada. Para mim, só para mim, era Vida.

Minha Vida peluda que se tornou, com os anos, meu bebê velhinho. Um coração meigo em um ser dócil, repleto de bondade verdadeira. Um coração que parou no dia 28 de junho de 2011. Simples assim? Sim. Chegou a hora que irá chegar para todos nós, para todos os que vivos estão. Mas que temos certeza de que vivos continuam, em outra etapa da existência. Um caminho contínuo, longo, difícil, mas que é recompensador, em especial, quando encontramos seres iluminados como Sebastian. Um cão que foi e é amado. Um pequeno espírito que já demonstra a sua afinidade conosco. Faz parte, sim, da nossa família. E, como a perda de um ente querido, nos é dolorosa e nos foi inesperada. O choque ainda está presente, como se um pesadelo sem precedentes estivéssemos vivendo. Mas a realidade se apresenta a cada manhã, a cada anoitecer, quando não o vemos mais a fazer a festa diária do "bom dia" e do "boa noite".

Neste dois dias, ouvi e li belas palavras de consolo e de solidariedade dos amigos, dos parentes, dos conhecidos. Daqueles que nunca viram Sebastian e daqueles que o conheceram desde o seu primeiro dia lá em casa, quando ele chegou tão pequeninhinho e frágil. Eu, como mãe de primeiríssima viagem, o cercando de todos os cuidados e chamegos. E assim ele foi criado, cheio de dengos e de privilégios, como um verdadeiro filho, pois o sentimento para com ele não é outro se não este mesmo, de filho. E é como pais e espíritos amigos que hoje rezamos por sua alma imortal, por sua evolução e por sua alegria nas próximas vidas. Esperando, sem pressa, com saudades e com fé, pelos próximos reencontros, pelas próximas experiências. Pois Vida será sempre, sempre, muito bem-vindo nas nossas vidas. Amo você, Sebastian, por tudo o que você é pelo que representou para as nossas vidas.