quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Acaba um ano... Começa outro.

Entrei hoje no blog e quase sufoco com as teias de aranha. Também, pudera! Faz semanas que não chego por aqui. Desculpem-me meus fiéis leitores, mas a vida da Lilu está pra lá de atarefada. Final de ano é sempre punk rock em casa e no trabalho. Clientes e família nos exigem muita atenção. E, para completar, ganhei de Natal uma belíssima crise de coluna que me deixou dois dias praticamente de cama. E agora ainda estou andando que nem um aleijadinha... Podem rir. É engraçado. Mas doloroso... Principalmente quando ligo para o médico e descubro que só tem vaga em fevereiro. Tudo bem, se daqui pra lá eu não ficar em cima da cama de vez, eu vou para a consulta.

Dores e queixas a parte, não sei mesmo se conseguirei falar com vocês antes do ano que vem. Por isso, quero desejar um super incrível 2013 para todos os meus queridos leitores e seguidores. Obrigada pela audiência e frequência aqui no Blog da Lilu. Vocês são quietinhos, mas sei que estão por aí lendo as minhas escrivinhações. Às vezes pura bobagem, às vezes elucubrações mais sérias. Mas todas muito importantes para a Lilu que vos escreve. As letras sempre foram meu refúgio, meu porto seguro, minha fonte inesgotável de realizações e de sonhos.

O ano de 2012 não foi nada fácil, principalmente em família. Doenças, dificuldades, perdas, revelações e decepções. Teve um pouco de tudo. Parecendo mais uma novela mexicana de quinta categoria. Mas quero acabar 2012 com positividade. Apesar das lágrimas que este ano nos trouxe, também houve alegria. Minha filhota concluiu a antiga alfabetização (hoje o 1º ano do ensino fundamental). Sabe ler e escrever. Coisa linda de se ver! Meu sobrinho superou uma doença difícil... De tão magrinho no hospital, hoje ele é o novo gordinho da família. Meu brother viajou, conheceu a Europa e emagreceu. Tá um gato! Solteiras e desempedidas, apresentem-se!

Eu e o Feio assinamos o papel que nos oficializa como união estável, depois de 11 anos juntos. Tudo bem que nem a sogra nem minha mãe entenderam muito bem isso, mas a modernidade traz dessas facilidades, senhoras. Acostumem-se! Te amo muuuuuuito, Feião! E que venha agora 2013 quando pretendo cuidar um pouco mais da minha saúde, estar mais tempo com a minha família, trabalhar bastante. Dá tempo, sim. Dá até tempo de continuar com o Blog (risos). Que venha 2013 com energia boa, com cheiro de incenso, com espuma de champanhe (ou de Sidra que é mais doce ainda), com o barulho salgado do mar e com os risos que a festa exige. Que venha 2013 com muito futebol (em qualquer divisão, eu te amo, Sport), com muita alegria sim e com todos os desafios que tiverem de vir. Kisses da Lilu, da Sister, da Nenem, da Mamãe, da Titia, da Amiga.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Cam Campeão!!!

Pelo terceiro ano consecutivo, o Cam Cam disputou, com a agência Arcos, a final feminina da Copa Folha de Futebol Society. Em 2010 e 2011, a Arcos saiu vitoriosa. Mas, em 2012, essa história mudou. Quem levantou o troféu de campeãs e levou o ouro para casa foram as meninas do Cam Cam. Um time que reúne jogadoras das agências Martpet, MMS, Marco Zero e A-Sim. Um time que mostrou muita raça e muita vontade de ganhar essa Copa. Uma vontade que levou essas garotas ao lugar mais alto do pódio e que garantiu, sem sombras de dúvida, um lugar na história dessa competição e nos corações da sua torcida mais do que fiel.

A Copa é nossa, Cam Cam!!!
A Lilu é fã e torcedora confessa desse time e esteve presente em (quase) todos os jogos para liderar a torcida alucinada por essas garotas. Mesmo no sábado em que viramos a noite trabalhando, eu e mais três guerreiros da sobrevivência: Julia, Rafael e Ludmilla, fomos direto para o local dos jogos, conferir e torcer na semifinal Cam Cam e Ampla. As finais da Copa aconteceram no sábado passado, dia 08, no Clube Internacional. As garotas Envolventes (Plano B), com toda a sua alegria contagiante, ganharam o terceiro lugar.

No torneio masculino, também em uma final envolvendo a agência Arcos, quem saiu campeão, nos pênaltis, foram os rapazes da MMS. Com o bronze, ficaram os Backninjas. Depois das entregas de medalhas e troféus de primeiro lugar, os times e suas torcidas foram comemorar no Boteco Maximes, no Pina, junto com o pessoal da Folha de Pernambuco, que promove o evento, a cada ano, com grande sucesso. A Lilu parabeniza a todos os jogadores e jogadoras que fazem essa festa muito especial a cada ano e reforçam a paixão pelo futebol no mercado publicitário pernambucano. Kisses para todos, em especial para minhas ídolas eternas, Priscilla e Kiara, craques do Cam Cam. E que venha a Copa em 2013, certo meninas?!

A dança da vitória: Cam Cam, claro.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Direto do Túnel do Tempo.

Cascavilhando minhas coisas lá em casa, achei uma das fotos com o Feio que mais gosto. Não fazia nem um ano que estávamos juntos, mas já nos sentíamos muito à vontade e ousados o suficiente para usarmos essas blusas de flanela quadriculadas. Lançando moda no início dos anos 2000! Inclusive, a azul, que estou usando, ainda guardo como lembrança dessa época boa. Merecidamente, a foto está hoje em um porta retrato na nossa sala. Amotu, Feião. Já já (17 de dezembro) compeltamos 13 anos juntos. Parabéns para nós!!!

Carinhas coladas e corações unidos até hoje!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Crises e tempestades.

Tem dias que não dá. Mas não dá mesmo. Como hoje. Não dá para ser legal, não dá para ser paciente, nem querer disfarçar esse mal humor que se apoderou da Lilu. Eu bem que tentei "segurar a onda", mas eu me conheço e sei que a pressão dessa angústia toda só passa depois que eu brigo com alguém ou escrevo. Como não quero arrumar confusão, seja em casa ou no trabalho (já basta as que estão já instituídas), prefiro aqui escrever. Afinal, o espaço da Lilu serve para se escrever de um tudo, desde as maiores besteiras, informações, comentários e até desabafos de uma pessoa que tem que lidar com coisas muito legais no dia a dia como transtorno de ansiedade e fobia social.

Não adianta esperar nem ler mais adiante, eu não vou falar sobre essas minhas problemáticas psicológicas... A história que eu quero contar não tem começo, meio ou fim. Não tem um "era uma vez" e, muito menos, um "The End" ou "e viveram felizes para sempre". Primeiro que "para sempre"é tempo demais e eu quero mais é que o tempo passe mesmo. Coisas de ansiosa que prefere ver logo as coisas acontecerem. Lidar com expectativa não uma das minhas habilidades nessa vida. A história que eu quero contar não tem teaser nem pós-venda. Não tem herói nem vilão e, muito menos, mocinha indefesa esperando o princípe encantado.

Nesse enredo, tem um monte de gente que não sabe bem qual é o seu papel. Muitos acabam interpretando personagens errados ou mal construídos. Outros, bem sabem o que devem e o que não devem fazer ou dizer, mas daí a colocarem esses acertos em prática... é uma outra história. Se você ainda não entendeu do que eu estou falando, parabéns. Você é uma pessoa coerente. Coisa que não estou sendo agora... de forma alguma. Quem te disse que texto precisam ter lógica? Seu professor de Redação, no curso de Jornalismo? Ele está certo. Mas este não é um texto jornalístico. Está mais para uma imitação grotesca de algum obscuro conto de Neil Gaiman.

Hoje eu queria lhes contar uma história, um conto, um poema... Agora já não sei mais. Na verdade, acho que eu queria apenas escrever um pouco da confusão mental e emocional que está me deixando mal humorada e mais irritada do que o normal. Não, não é TPM... Não tem nenhuma nuvem negra no horizonte. A bem da verdade, tem feito um calor absurdo nos últimos dias. Mas as crises e as tempestades nem sempre avisam quando vão chegar. Às vezes, elas simplesmente acontecem. E pegam você desprevenida... Será que uma está acontecendo e eu ainda não notei? Será que é essa a história ainda não contada que está esperando para ser narrada pela minha cabecinha pouco equilibrada? Agora estou em dúvida... Mas essa é uma outra história... não é?


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Pernambuco ganha biblioteca do futebol.

Caros leitores e seguidores, a Lilu anda atarefada por demais... Desculpem a ausência dos últimos dias! Mas trago-lhes hoje uma excelente notícia para quem gosta de futebol e de história como a Lilu que vos escreve. Pernambuco ganhará o Centro de Pesquisa e Estudo do Futebol Pernambucano e Biblioteca Nelson Rodrigues. Esta será a primeira biblioteca voltada totalmente para o assunto Futebol, em Pernmbuco. O evento de lançamento acontecerá no dia 27 de novembro, próxima terça-feira, no Hotel Mercure, na Ilha do Leite (Recife) e é aberto ao público. Teremos palestras relacionadas ao tema futebol. Entre os palestrantes, está nosso querido amigo e cliente aqui da agência, Alfredo Bertini. Para saber um pouco mais sobre o Centro de Pesquisas e a Biblioteca e sobre o evento do dia 27, acesse o link abaixo e confira a matéria no site da Federação Pernambucana de Futebol. Olha a dica: o evento é de livre acesso, então, não perca essa oportunidade de saber um pouco mais sobre o nosso futebol e para conversar com quem entende mesmo do assunto. Kisses da Lilu (prometo que volto logo aqui no blog!)

http://www.fpf-pe.com.br/pe-vai-ganhar-biblioteca-de-futebol/

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Qual é o gosto da sua infância?

"Eu achei o gosto da minha infância." Declarou, feliz, João. Ele chegou bem na hora do almoço aqui na agência com um saco amarelo de uma farmácia bem conhecida da região. Aí nos mostrou o que trazia na sacola... Duas garrafinhas de Pitchula (!). Vale dizer que João (assistente de atendimento) é baiano e morou no Piauí... Bem, foi lá por aquelas bandas que ele aprendeu a gostar dessa iguaria popular infantil, um refrigerante que, devo admitir, não experimentei. Mas ele estava tão feliz que ia almoçar tomando sua Pitchula que respeitei suas preferências (duvidosas) de quando criança. E ele continua gostando da bebida, viu?...

A conversa continuou girando neste assunto. Na hora, eu, pernambucana, lembrei logo das caçulinhas que eram vendidas em garrafinhas de vidro e que eram indispensáveis nos lanches da pirralhada, no anos 1980. Outro colega, cearense, lembrou de um biscoito que ele jura ser o mesmíssimo de quando era moleque. Nem embalagem, nem gosto mudaram. Que alegria! Pois é fato que, quando crescemos, nossos paladares mudam (evoluem ou degeneram? Fica aí a polêmica para vocês). Portanto, é fácil encontrarmos hoje em dia guloseimas que eram o máximo quando éramos crianças, mas hoje, ao experimentarmos, não temos a mesma satisfação de antes... Admito que nostalgia é comigo mesma...

Hoje cedo, lembrei de história de "o gosto da nossa infância", sem mais nem menos. E lembrei, realmente, qual foi o gosto da minha infância. Insubstituível. É algo tão simples, mas era inigualável. Pipoca. Mas não um simples e qualquer milho estourado... Era a pipoca fofa, quentinha e cheirosa que um velhinho vendia na frente do Colégio Maria Auxiliadora, onde estudei até a 7ª série (atual 8º ano). Até meus 13 anos, pude aproveitar aquele sabor único. Ninguém jamais fará aquela pipoca... O carrinho do velhinho (não lembro o nome dele... ) ficava do lado de fora do colégio, e, através de uma abertura no portão (ou era no muro?) podíamos comprar, na hora do recreio, pipoca e jambos com cobertura igual às das maçãs do amor (só que bem quente e nada grudenta. Isso também era fantástico!).

As crianças, de todas as idades, disputavam espaço e vez para conseguir seu saco de pipoca... que ficava ainda gostosa quando comíamos junto com uma bala Gelis de cereja. O sal da pipoca com o doce/gelado do bombom... hummmm. Menino! Que saudades daquele sabor. Esse sim, era o gosto da minha infância. O mais marcante e que deixou muitas saudades. Lembro que, minha prima caçula, Marina, estudou no mesmo colégio até se formar, há cerca de 2 anos... Eu perguntei a ela sobre o velhinho da pipoca e ela disse que ele ainda esteve por lá durante um bom tempo... Mas hoje em dia ele já deve até ter ido para a outra (e melhor) vida. Quem sabe? E, na verdade, os gostos da nossa infância devem mesmo ficar lá, nos dias em que éramos crianças. O gosto era diferente, era inocente. E você? Qual é o gosto da sua infância?!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Respeitável público!...

De respeito mesmo foram os espetáculos que o Festival de Circo do Brasil trouxe para o Recife nestes últimos quatro dias (de 1 a 4 de novembro). O balanço não poderia ter sido melhor, muitas apresentações e muitas pessoas dispostas a conferir de pertinho cada malabarismo e cada mágica que aconteceu nos quatro cantos da cidade. Crianças, adultos, idosos, todas as idades foram mais que ideais para curtir as apresentações que vieram de todo o Brasil e até de terras de além mar. Os teatros e as praças públicas abrigaram as artistas de todas as cores e de todas as línguas. E a Lilu voltou a ser criança na tarde de ontem, quando fomos (eu, o maridão e a baby) ao Parque Dona Lindu, para aproveitar a tarde e a noite de puro circo.

Lonas coloridas, muita gente de não desgrudava o olho do mágico, crianças encantadas com cada truque por mais simples que fosse. Acrobacias aéreas ou em uma bibicleta amarela. Palhaços e muita música. Essas foram algumas das surpresas que nos aguardavam no Parque. E ainda houve tempo para a baby aproveitar os balanços e escorregos. E, claro, o lanche não poderia ser outro além de pipoca, cachorro-quente, pastel de vento e churros. Um jantar digno para um passeio no circo na praça! Entre as atrações que mais me encataram estão o malabarista espanhol Jesus Fornies, que arrasou no seu número com bolas de futebol e ainda arrancou muitas gargalhadas do público com seu jeito conquistador e engraçado ao mesmo tempo.

E, para fechar a noite com chave de ouro e nostalgia, a recifense A Bandinha apresentou seu repertório repleto de rock n´roll e muita cor. A alegria contagiou crianças e adultos, com músicas que levaram muito marmanjo a dançar como Saltimbancos e O Carimbador Maluco (o Puft, Plaft, Zum).  Eu e a baby dançamos muito e ainda subimos ao palco e tietamos A Bandinha. Fans forever!!! Confiram abaixo o link com a gravação que o maridão fez com a última música da apresentação:




Thiago Hoover, guitarra e vocais, e Agatha (feliz).

Vanessa Oliveira, vocalista, com nossa Baby.