Estarei lindamente acompanhada dos meus amigos da SevenQuick que também são blogueiros de mão cheia e que vivem dessa vida de internet (profissionalmente falando). Já combinei com o maridão que vai assumir as responsabilidades do final de semana: fazer supermercado sozinho (ai que medo meu...) e ficar com a nossa baby em tempo integral (divirtam-se)! Quem sabe o que a Lilu poderá aprender de bom nesse dia de interação com outros seres do mundo web?! Prometo trazer as novidades e fotinhos legais do evento para vocês, meus fiéis seguidores. Depois passo novamente por aqui para contar mais alguns causos e fatos da minha e da nossa existência. Kisses da Lilu!
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Lilu vai para o BlogDay.
A Lilu que vos fala tem algumas novidades. A primeira é que está viva depois de uma danada de uma gripe que ainda está assombrando minha disposição, mas cada coisa a seu tempo e a disposição há de reaparecer. Tenhamos fé! Outra coisa que acabamos de resolver aqui no mundo da internet é a participação no BlogDay que será realizado no Recife, neste final de semana. Quer saber o que é como participar também, colega blogueiro? Entre na página: http://www.blogday.com.br/recife/ e descubra como eu.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Stand do Lar de Clara no Tacaruna.
Compre os presentes do Dia das Mães e ainda ajude o Lar de Clara. Até o dia 13 de maio, próxima terça, a instituição está com um stand montado, em parceria com o Shopping Tacaruna - Balcão Social, vendendo produtos artesanais que irão agradar às mães. Todo o trabalho é voluntário e realizado pelas mães das crianças atendidas no Lar de Clara e por alguns adolescentes que participam das oficinas de artesanatos. Passe por lá ajude você também!
terça-feira, 29 de abril de 2014
Troféu Lance Final: Sport levou quase tudo!
Meu time está em ótima fase, campeão do Pernambucano e da Copa Nordeste 2014, ótimo técnico. Vamos ver se dura um tempinho, não é? Aproveitando o embalo, a Lilu foi prestigiar a entrega do Troféu Lance Final 2014, da Rede Globo, ontem no Teatro Boa Vista, no Recife. O time do Sport levou a grande maioria dos prêmios e a festa foi rubro-negra. E, entrando na onda dos selfies que invadiram as redes sociais, fez questão de "caçar" algumas das celebridades presentes.
| Lilu no ombro do premiado técnico leonino Eduardo Baptista. |
| Lilu com o gatinho Ferron. |
| Lilu não deixou escapar o super simpático Páscoa. |
| Lilu e o carismático Neto Baiano. |
| Lilu e o amigo jornalista (e rubro-negro) Beto Lago. |
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Terapia
Curar minhas frustrações mais profundas. Li essas palavras no meu horóscopo diário agora há pouco. Essa missão ainda não é para essa vida. É só o que posso concluir. Afinal, uma pessoa como eu que tenta lidar com essas frustrações todo santo dia só pode almejar isso mesmo... Lidar de forma o mais saudável possível com seus medos mais arraigados, com suas ditas frustrações. Coisas que esse medo feroz me impede de fazer, resolver, levar a diante. Vocês podem achar isso a coisa mais maluca do mundo. Como o medo me impede de fazer coisas que para tantos são tão corriqueiras, até banais.
Pois banalidade é uma palavra que eu não conheço. Racionalidade é como uma praga na minha existência, pois, se pudesse enterrar essa danada em um buraco bem fundo, talvez eu fosse uma pessoa mais espontânea, menos ansiosa e, quem sabe, mais feliz. Melhor resolvida com as minhas frustrações. As mais profundas realmente precisam de mais tempo para serem lapidadas e rasgadas. Despedaçadas, quem sabe, um dia, em um futuro ainda incerto, em uma outra vida, com certeza.
Os ataques de ansiedade mais agudos ainda existem. Achava que poderia me livrar deles, mas não. Ainda não. O dia a dia já é cruel o bastante comigo, sem levar em conta a minha própria cobrança desenfreada, pela perfeição que nunca irei alcançar, pela atitude que tantos esperam de mim. Mas a mais decepcionada sou eu mesma. Não se iludam, se vocês desejam mais e o melhor de mim, nunca chegarão aos meus pés no quesito exigência. E como não correspondo às minhas expectativas... quem é que tem que lidar com a frustração? Isso... Eu e somente eu.
Terapia? Claro que sim, preciso desde mesmo antes de nascer. Mas ainda não aceito isso totalmente. Ainda tenho algumas barreiras a quebrar para ligar e marcar a consulta de avaliação. Por enquanto, vou sobrevivendo como um ex-viciado, um dia após o outro, tentando não me afogar na ansiedade nem na rotina louca que me imponho. Tento, acada dia, não sair do trilho, não perder o controle de mim mesma. E parece que é isso mesmo que pode acontecer a qualquer instante. E, o pior, é achar que, em alguns momentos de delírio (ou seria de lucidez selvagem), é justamente o que precisa acontecer comigo: perder o controle.
Pois banalidade é uma palavra que eu não conheço. Racionalidade é como uma praga na minha existência, pois, se pudesse enterrar essa danada em um buraco bem fundo, talvez eu fosse uma pessoa mais espontânea, menos ansiosa e, quem sabe, mais feliz. Melhor resolvida com as minhas frustrações. As mais profundas realmente precisam de mais tempo para serem lapidadas e rasgadas. Despedaçadas, quem sabe, um dia, em um futuro ainda incerto, em uma outra vida, com certeza.
Os ataques de ansiedade mais agudos ainda existem. Achava que poderia me livrar deles, mas não. Ainda não. O dia a dia já é cruel o bastante comigo, sem levar em conta a minha própria cobrança desenfreada, pela perfeição que nunca irei alcançar, pela atitude que tantos esperam de mim. Mas a mais decepcionada sou eu mesma. Não se iludam, se vocês desejam mais e o melhor de mim, nunca chegarão aos meus pés no quesito exigência. E como não correspondo às minhas expectativas... quem é que tem que lidar com a frustração? Isso... Eu e somente eu.
Terapia? Claro que sim, preciso desde mesmo antes de nascer. Mas ainda não aceito isso totalmente. Ainda tenho algumas barreiras a quebrar para ligar e marcar a consulta de avaliação. Por enquanto, vou sobrevivendo como um ex-viciado, um dia após o outro, tentando não me afogar na ansiedade nem na rotina louca que me imponho. Tento, acada dia, não sair do trilho, não perder o controle de mim mesma. E parece que é isso mesmo que pode acontecer a qualquer instante. E, o pior, é achar que, em alguns momentos de delírio (ou seria de lucidez selvagem), é justamente o que precisa acontecer comigo: perder o controle.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Defeitos tecnológicos?
Nossa... faz tempo que não apareço, não é? Pois é. Tempo, disposição, vontade. Cada hora é uma coisa que me impede. Mas de tudo o que eu realizo hoje em dia, o blog é a única coisa que eu faço só quando eu quero e pronto. Combinados? Pois hoje, depois dos vários e diversos temas que me passaram pela cabeça, resolvi falar do meu assunto preferido. Eu mesma. E agora, mais particularmente, de alguns defeitos. Desculpem, não tenho tempo, disposição muito menos vontade de falar sobre todos esses defeitos, já que esta seria missão impossível. Nem eu mesma conheço sua amplitude. Que dirá, escrever sobre eles.
Serei mais direta em falar sobre algumas digamos, limitações, que essa minha cabecinha privilegiada (em relação à minha inteligência acima da média, é claro) me impôs, nesta vida. Limitações que me impedem, por exemplo, de usar, em toda a sua plenitude, serviços e facilidades que hoje são os mais corriqueiros, como: caixas eletrônicos, internet banking, o meu IPhone, controles remotos, ou seja, recursos tecnológicos em geral. Pois preciso mesmo de assessoria técnica especializada para algumas dessas tarefas do dia a dia. Nem que seja a ajuda do meu estagiário de 21 anos que sabe fazer tudo isso desde sempre, como se nunca tivesse precisado de uma aula sequer.
Eu, ao contrário, só vim usar um computador no finalzinho da faculdade (eu já tinha uns 20 anos). Só fui teclar em celular (um tijolo da Gradiente que mais parecia um telefone sem fio) quando comecei a trabalhar e a ganhar meu próprio dinheiro. O que hoje chamam de TCC (trabalho de conclusão de curso) na minha época se chamava projeto experimental. Escrevi o meu em uma velha máquina de escrever portátil que minha mãe me deu há uns mil anos. Nem sei que fim levou a bichinha da máquina. Queria tê-la guardado... Todo final de semana, ia para a casa do amigo Edson para transcrever o texto para o computador para ele depois diagramar. Um processo de envolveu dedicação e muita paciência de ambas as partes.
Sobre caixas eletrônicos e internet bankings tenho minhas ressalvas, pois lidar com máquinas e com dinheiro ao mesmo tempo me traz uma ansiedade que não me faz bem à saúde. Principalmente, a financeira, se eu fizer alguma besteira. A insegurança me impede de ser mais ousada do que simplesmente retirar algumas notas de reais dessas máquinas assustadoras. O IPhone é uma Ferrari na mão de uma pessoa que só sabe dirigir fusquinha. Essa é mais ou menos a relação que faço entre o meu lindo celular (que o maridão me deu de presente) e a minha pessoa. Não tenho mais do que uns três aplicativos ativos no aparelho, bem bestas mesmo. E para finalizar, já escrevi um texto todo dedicado ao meu problema com controles remotos. Não vamos tocar neste assunto delicado hoje... please.
Pois é, hoje quis falar sobre minhas dificuldades tecnológicas. Considero-me quase uma analfabeta funcional digitalmente falando. E aí vou levando meu cotidiano com essas limitações mesmo, com esse defeito horroroso aos olhos de tantos, principalmente dos mais jovens que acham inconcebível eu não saber subir um link na internet (o quê?). No fundo, eu não estou "nem aí", como se diz. O que importa é resolver as coisas, confere? Pois eu nunca deixei de pagar uma conta, nunca deixei de falar ou resolver nada por conta de um celular, e ainda alcancei nota quase máxima no meu trabalho de conclusão da faculdade (praticamente escrevi uma tese de mestrado, segundo meus orientadores). Agora, ficar sem ligar a TV, eu já fiquei... admito... Os famigerados controles remotos! Que ódio! Mas nessas horas eu apelo, com jeitinho, para o maridão para me socorrer. Só um detalhe, ele é técnico de informática (risos). Casei bem, né?!
Serei mais direta em falar sobre algumas digamos, limitações, que essa minha cabecinha privilegiada (em relação à minha inteligência acima da média, é claro) me impôs, nesta vida. Limitações que me impedem, por exemplo, de usar, em toda a sua plenitude, serviços e facilidades que hoje são os mais corriqueiros, como: caixas eletrônicos, internet banking, o meu IPhone, controles remotos, ou seja, recursos tecnológicos em geral. Pois preciso mesmo de assessoria técnica especializada para algumas dessas tarefas do dia a dia. Nem que seja a ajuda do meu estagiário de 21 anos que sabe fazer tudo isso desde sempre, como se nunca tivesse precisado de uma aula sequer.
Eu, ao contrário, só vim usar um computador no finalzinho da faculdade (eu já tinha uns 20 anos). Só fui teclar em celular (um tijolo da Gradiente que mais parecia um telefone sem fio) quando comecei a trabalhar e a ganhar meu próprio dinheiro. O que hoje chamam de TCC (trabalho de conclusão de curso) na minha época se chamava projeto experimental. Escrevi o meu em uma velha máquina de escrever portátil que minha mãe me deu há uns mil anos. Nem sei que fim levou a bichinha da máquina. Queria tê-la guardado... Todo final de semana, ia para a casa do amigo Edson para transcrever o texto para o computador para ele depois diagramar. Um processo de envolveu dedicação e muita paciência de ambas as partes.
Sobre caixas eletrônicos e internet bankings tenho minhas ressalvas, pois lidar com máquinas e com dinheiro ao mesmo tempo me traz uma ansiedade que não me faz bem à saúde. Principalmente, a financeira, se eu fizer alguma besteira. A insegurança me impede de ser mais ousada do que simplesmente retirar algumas notas de reais dessas máquinas assustadoras. O IPhone é uma Ferrari na mão de uma pessoa que só sabe dirigir fusquinha. Essa é mais ou menos a relação que faço entre o meu lindo celular (que o maridão me deu de presente) e a minha pessoa. Não tenho mais do que uns três aplicativos ativos no aparelho, bem bestas mesmo. E para finalizar, já escrevi um texto todo dedicado ao meu problema com controles remotos. Não vamos tocar neste assunto delicado hoje... please.
Pois é, hoje quis falar sobre minhas dificuldades tecnológicas. Considero-me quase uma analfabeta funcional digitalmente falando. E aí vou levando meu cotidiano com essas limitações mesmo, com esse defeito horroroso aos olhos de tantos, principalmente dos mais jovens que acham inconcebível eu não saber subir um link na internet (o quê?). No fundo, eu não estou "nem aí", como se diz. O que importa é resolver as coisas, confere? Pois eu nunca deixei de pagar uma conta, nunca deixei de falar ou resolver nada por conta de um celular, e ainda alcancei nota quase máxima no meu trabalho de conclusão da faculdade (praticamente escrevi uma tese de mestrado, segundo meus orientadores). Agora, ficar sem ligar a TV, eu já fiquei... admito... Os famigerados controles remotos! Que ódio! Mas nessas horas eu apelo, com jeitinho, para o maridão para me socorrer. Só um detalhe, ele é técnico de informática (risos). Casei bem, né?!
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Florbela, a mais bela.
Hoje, para vocês, nesta sexta-feira de sol e de reflexões, um dos meus poemas preferidos, da minha preferida, Florbela Espanca. Bem a minha cara...
EuEu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida! ...
Sou aquela que passa e ninguém vê ...
Sou a que chamam triste sem o ser ...
Sou a que chora sem saber porquê ...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!Florbela Espanca, "Livro de Mágoas"
EuEu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida! ...
Sou aquela que passa e ninguém vê ...
Sou a que chamam triste sem o ser ...
Sou a que chora sem saber porquê ...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!Florbela Espanca, "Livro de Mágoas"
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Vingança
Era um amanhecer como outro qualquer, parecia mais
madrugada, mais escuro, mais tenso do que deveria. Olhos na penumbra me
chamaram a atenção caminhando de mansinho em cima do telhado vizinho. Eu e meu
marido estávamos no alpendre da casa, observando o quintal e esse movimento
estranho. Lobos. Um casal de lobos. Olhos amarelos e pelos cinzentos. Sem
cerimônia, sob nossos olhos, resolveram atacar as galinhas no quintal. Houve
agitação e tentamos assustá-los. Mas sem resultado. Eles atacaram. Meu marido
logo estava armado de arco e flecha ameaçando os animais. Mas que animais? Eram
ciganos. Transformaram-se em ciganos? E o homem tinha agora também um arco. E também
uma flecha. Longos e mortíferos. Os homens se enfrentaram. Um querendo roubar.
O outro tentando proteger a casa, a família.
Eu fiquei onde estava, atônita com a situação que se
desenrolava tão rápida, tão perigosa. Depois de gritos e de ameaças, o
lobo/cigano dispara sua arma. O olho. A cabeça. Do meu marido. Do amor. Não
mais estavam ali. De rosto virado ao chão, seu corpo jazia inerte. Meu grito
foi imediato, longo e inútil. Inútil como a arma do meu marido, caída ao seu
lado. Tão morto e perdido para mim, para nossa filha. Ela estava na casa.
Segura. Sei pai. E agora sem mãe, pois eu corri para vingar meu marido, para
matar aqueles desgraçados que haviam acabado com as nossas vidas. Sem chance de
alcançá-los... Corri. E na rua, ainda na porta de casa, portões escancarados. Vi
sua fuga. Impotente e sentindo todo o medo e toda a tristeza do mundo em mim.
Mas meu coração estava vendido, entregue ao ódio já neste
instante. E a louca de preto que apareceu quase que voando em sua carruagem dos
infernos passou diante de mim naquela hora. Acho que era o espírito da maldade,
do ódio. E ela me conquistou. Levou-me em seus braços e me deu o poder de ser
ruim e de fazer o mal. Eu já não sabia quem eu era, apenas o desejo de vingança
cega me levava adiante. O sentimento de ódio doída de tão forte no meu peito. Assim
me afastei para sempre da minha casa, do meu amor, da minha filha. Agora tudo
eram lembranças confusas e meu pensamento estava voltado para achar os ciganos,
os lobos. Matar e exterminá-los do mundo. Essa era a minha missão e a minha
motivação.
Nada me faria mudar de ideia. Estava endurecida nesse ciclo
vicioso de alcançar e machucar. Como eu havia sido machucada, aviltada e derrotada.
Assim eu iria proceder, para sempre. E logo eu usava as vestes negras da
loucura, rezando para encontrar os ciganos, pedindo forças aos mais baixos
poderes de um submundo que se abria para mim e que me acolhia como uma filha
renegada. Eu pedi flores, rosas. Vermelhas. Como sangue. Para me enfeitar na
minha jornada.
E rosas estavam nas minhas mãos quando eu aprisionei e levei na
coleira aquela criança cigana. Ou seria um monstro? A mim, parecia um monstro
disforme que merecia punição. Merecia sofrer como meu marido, morrer como ele.
Sem rosto, sem adeus. E eu me vi. Também um monstro de maldade que se deixou
levar pelo ódio, pela vingança, pela dor. Quero lembrar mais, viver mais, mas a
memória agora me deixou sem um fim para minha jornada. Deixou-me sem perdão e
sem sanidade alguma.
Taciana Antunes
21/01/2014
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